Missionária resgata criança que sofria abusos sexuais: “Hoje ele sorri”

Segundo Lidia Klava, o menino era abusado pelo tio, mas teve seu trauma curado ao receber atenção e carinho.

Lidia Klava com crianças no Peru - Créditos: JMM
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J.M. sofreu abusos sexuais de seu próprio tio dos três aos cinco anos de idade.

Muitos adultos sofrem de problemas oriundos de traumas causados na infância. O ideal é que o problema seja tratado ainda na fase onde houve a agressão. Como no caso do menino J.M., que sofreu abusos sexuais de seu próprio tio dos três aos cinco anos de idade.

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Filho de mãe solteira, ele foi criado sem controle, pois ela saia para trabalhar às cinco horas da manhã e volta pela noite. O garoto passou a apresentar um comportamento estranho e agressivo, desobedecendo sua genitora. Foi então que ela teve uma iniciativa.

J.M. foi levado para o PEPE, um programa socioeducativo promovido pela Junta de Missões Mundiais. Sua mãe o matriculou quando ele completou cinco anos. “Trouxe meu filho para o PEPE para vocês darem um jeito nele”, disse na época.

Agressivo

De início o garoto se apresentou tímido e inseguro. Com seus cabelos castanhos, limpava as mãos na camiseta amarelada. Visivelmente ele precisava de água e sabão para se lavar. “Olhamos para ele, que se escondeu atrás da saia da mãe e disse: ‘Não vou entrar’. E realmente parecia um jumento empacado”, disse a missionária Lidia Klava da Silva, coordenadora do PEPE na América do Sul.

Ela continua: “Depois de uma grande ‘negociação’, fechou os punhos e entrou, se sentou, mas parecia que a cadeira tinha espinhos e sempre estava na defensiva. Abraços, nem pensar. Parecia um pedaço de pau e tentava escapar de qualquer demonstração de afeito, sempre estava carrancudo e não se socializava com os outros”, contou.

O menino nem sabia que as coisas começariam a mudar para ele. J.M. passou a ter mais atenção e começou a ser tratado com carinho e apreço. Um dia, quando ouvia a história de Daniel, ele fez uma carinha feliz e gargalhou. Se aproximando da missionária, ele disse: “Já sei, assim como Deus pôs anjos para cuidar de Daniel, vou pedir para pôr seus anjos grandes e fortes para que meu tio não chegue perto de mim”.

Uma nova vida

Os abusos sexuais cessaram, o trauma de J.M. foi tratado e hoje ele é um menino feliz, “pois encontrou proteção no Senhor, o pai que nunca teve”, disse Lidia. E o garoto cresceu. Hoje com 14 anos, Juan mostra um sorriso em seu rosto. Ele é membro de uma igreja, estuda meio período, e de tarde é auxiliar em um PEPE. Sua mãe também teve um encontro com Cristo.

A missionária conclui: “Como este, temos muitos outros com histórias similares. Quando Deus entra nas suas vidas, acontecem mudanças e cura. Devemos nos lembrar da podridão do mundo em que vivemos, levantar os olhos e ver ovelhas sem pastor que necessitam de amor e cuidado. J.M. tem uma vida inteira para servir ao Senhor. Louvo a Deus por sua vida, pois juntos podemos levar muitos a Cristo”, finalizou.


Com informações do Guiame
Imagem: Reprodução

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