Transgeneridade é um transtorno da mente, afirma psicóloga

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Segundo a Psicóloga Marisa Lobo, a transgeneridade é um transtorno de identidade, e precisa ser encarado como tal.

No último domingo (12), a rede Globo exibiu no programa Fantástico uma nova série chamada“Quem Sou Eu?”. A jornalista Renata Ceribelli apresentou o quadro, comparando a saga das crianças transgênero com as aventuras da personagem do conto Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.

A reportagem mostrou histórias de transgêneros em diferentes fases da vida, afirmando em todo o tempo que é possível ter um gênero diferente daquele que é definido pela biologia.

No primeiro episódio da série, o programa apresentou o caso do menino Miguel, de 11 anos, que hoje é chamado de Melissa. “Pra mim, eu estava fantasiada de menino até 9 anos. Nove anos com uma fantasia quente e pinicante”, disse a criança. “E aí eu pedi de aniversário que ela [mãe] me transformasse em menina”.

Na cena seguinte, os pais da criança vão até o Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, considerado o primeiro centro público de atendimento para crianças transgêneros no Brasil. Lá eles encontram outras dezenas de pais, em uma espécie de grupo de ajuda, que estavam buscando aceitação para a suposta transgeneridade de seus filhos. Todos os entrevistados mostraram estar de acordo com a teoria que afirma um terceiro sexo para seus filhos e se mostraram empenhados em facilitar essa “transformação”.

Procurada pela redação do Consciência Cristã News, a psicóloga Marisa Lobo, autora do livro “Ideologia de Gênero na Educação”, se mostrou preocupada com o modo como este assunto vem sendo abordado pela mídia:

“Minha preocupação como psicóloga é a maneira como essa questão tem sido abordada pela mídia. Mentir que a pessoa nasce assim, é uma atitude que deve ser rechaçada pelos bons profissionais. Uma coisa é você aceitar, cuidar, não discriminar. Outra, é agir desonestamente promovendo um conflito psicológico e emocional, lançar falsas esperanças em pessoas que estão vivendo esse conflito, por que a maioria não vai se desenvolver para uma disforia de gênero”.

Marisa, que é especializada em Direitos Humanos e ativista social pró-família, afirmou que o que é chamado de transgeneridade pode ser um transtorno de identidade chamado disforia de gênero, que em muitos casos não se desenvolve com o passar do tempo:

“A pessoa que acredita que nasceu em corpo errado na verdade tem um patologia, um transtorno de identidade de gênero, que se chama disforia. Uma disforia de gênero é uma patologia grave e envolve muito sofrimento. É uma insatisfação persistente e uma crença que pertencem ao sexo oposto. A ciência atesta com veemência que em 82% dos casos a disforia não se desenvolve e a criança entra em consonância com seu sexo biológico”.

Pesquisas internacionais apontam na mesma direção. O Dr. Paul R. McHugh, ex-chefe da ala de psiquiatra do Hospital John Hopkins, em Baltimore, disse que a transexualidade é um transtorno mental que merece tratamento, e que a mudança de sexo é biologicamente impossível. O médico disse que as pessoas que promovem a cirurgia de redesignação sexual estão colaborando e promovendo uma desordem mental.

Dr. McHugh, autor de seis livros e pelo menos 125 artigos médicos, fez essas afirmações em um comentário recente no Wall Street Journal, onde explicou que a cirurgia transexual não é a solução para as pessoas que sofrem dessa desordem – a noção de que a sua masculinidade ou feminilidade é diferente do que a natureza lhes atribuiu biologicamente.

Apesar da existência de estudos e muita evidência contrária, a reportagem do Fantástico preferiu abordar o transtorno como algo natural, afirmando uma causalidade biológica improvável, em que a pessoa simplesmente nasce transgênero.

“Esses programas de televisão abordam a questão de forma fantasiosa, subtraindo a consciência e minimizando riscos e futuros sofrimentos”, disse Marisa Lobo. “Sem um contraponto, esta abordagem serve apenas para gerar conflitos. Se pelo menos, buscassem a opinião de institutos internacionais, que veem esses casos raros com muito cuidado, haveria de fato uma análise mais sóbria a respeito desta questão”, concliu.

Por Léo Gonçalves
Redação Consciência Cristã News

 

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