Nova lei de migração e a falência da soberania brasileira

Nova lei pode trazer o caos ao minar o patrulhamento pela redução de contingente e permitir que povos indígenas de outros países transitem livremente em nossas fronteiras

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A república da Banânia é um laboratório de experiências revolucionárias do programa globalista de falir as soberanias das nações. Desta vez  é a questão da imigração.

O projeto foi elaborado pelo ex-ministro do transporte Orlando Silva, do PCdoB (aquele mesmo que foi acusado de receber propina na garagem do Ministério do Esporte no governo Lula, em 2006). Observe, um comunista suspeito de receber propina elabora um projeto para facilitar a entrada de estrangeiros no país.

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Alguém ainda se lembra quando Estados Unidos fez a “lei  de 1966 chamada de pés secos, pés molhados”, que facilitava a entrada de cubanos na América do Norte? Em resposta, o que foi que fez Fidel Castro? Liberou de suas prisõe vários criminosos do país, entre eles muitos traficantes, assassinos, psicopatas, assaltantes e prostitutas, para imigrar em direção aos Estados Unidos! (para este tema, recomendamos o filme Scarface, de Brian De Palma, com Al Pacino – disponível no Netflix).

As semelhanças com o governo de Maduro na Venezuela e da gestão Barack  Obama nos Estados Unidos são incríveis. Os dois países permitiram  a entrada de ilegais de forma maciça com a finalidade de torná-los cidadãos que beneficiariam suas causas políticas e ideológicas para manutenção do poder. O primeiro estabeleceu cubanos como milicianos que atiram em opositores aleatoriamente  em manifestações; o segundo, cidadãos  que votariam no partido democrata para manutenção do establishement político. Isso mostra que, sem a existência de critérios rigorosos, os imigrantes podem ser usados para fins ideológicos ou para gerar um caos nos países que os recebem pela “gentil” e velada questão humanitária.

Outra questão que devemos ter em mente é a imigração de pessoas de origem mulçumana. A União Européia cedeu suas fronteiras sem critério algum e por isso terroristas se beneficiaram desta gentileza para instalar uma guerra assimétrica e impor seus costumes e tradições religiosas que são inimigas da liberdade e dos valores do mundo ocidental. Agora a Europa encontra-se em insegurança, e o cenário que se desenrola para o futuro não é promissor! Decisão “gentil e humanitária” ainda custará muitas dores a União Européia.

Se o Brasil abrir suas fronteiras para os refugiados do islã, nem o Exército e a Policia Federal vão poder contê-los. Será que estamos querendo a mesma insegurança da Europa? Será essa a nossa direção? Com tanta violência no Brasil, precisamos mesmo acrescentar mais este elemento?

Pois bem, o Projeto de Lei do Senado nº 288, de 2013, que foi colocado para aprovação em 2015, de “autoria’” do Senador Aloysio Nunes Ferreira visa substituir o Estatuto do estrangeiro lei 6.815 /80 ) 1964-1985, vai fragilizar a soberania do país. Ele irá abrir ainda mais as fronteiras, sem que haja os mínimos critérios para avaliar o indivíduo. Veja o texto do projeto aqui.

O projeto do ex-revolucionário comunista e senador do PSDB Aluysio Nunes foi elaborado com a subjetividade  com que se formula quase toda lei neste país, deixando diversas brechas para múltiplas interpretações. Um bom exemplo é o trecho que fala sobre os povos indígenas. O texto garante aos povos indígenas e populações tradicionais o direito à livre circulação em terras tradicionalmente ocupadas, independentemente das fronteiras criadas depois.

A imigração sem critérios também pode aumentar o tráfico de drogas e por consequência triplicar os números da violência, “sempre sobre a ótica das questões humanitárias”. Outra questão é a fragilização da participação das Forças Armadas nas seguranças das fronteiras, que serão de responsabilidade maior da Polícia Federal. Veja, se a polícia federal não consegue dar conta da fronteira com o Paraguai, como ela vai cuidar do Uruguai, Argentina, Paraguai, Bolívia, Peru, Colômbia, Venezuela, Guiana e Suriname, e com o departamento ultramarino francês da Guiana, numa extensão da ordem de 16.886 quilômetros?

Cabe lembrar que alguns destes países abrigam grupos terroristas, como as FARC e células do Estado Islâmico – grupos que produzem e traficam drogas em grande escala, e transportam armas e drogas ilegalmente. Então pegaremos a Polícia Federal, que não consegre dar conta da muamba que sai do Paraguai, e colocaremos sob ela a responsabilidade de patrulhar toda a nossa fronteira?

A nova lei ira escancar nossas portas de uma vez, já que nem o exército e a polícia poderão criminalizar os índios “bem intencionados” de outros países que transitarão livremente em nossas fronteiras, ou os refugiados admitidos sem critério algum. O texto é um prenúncio de muito derramamento de sangue, e os cidadãos brasileiros que pagam seus impostos estarão sob fogo cruzado entre marginais, terroristas e outras coisas que só Deus sabe.

Além disso, a nova lei fragiliza a questão da deportação, fragiliza o nacionalismo e e utiliza-se dos índios como instrumentos para sensibilizar e minar leis que sustentam a soberania territorial. Qualquer índio estrangeiro poderá transitar sem ser impedido. Será fácil usá-los como mulas, não é mesmo?

Outra questão é a saúde. SUS e os hospitais do país ficarão super lotados (porque lotados eles já estão) já que aumentará repentinamente o número de imigrantes com acesso gratuito a saúde e educação.

Sobre a cultura, o texto ainda é mais sombrio! O texto afirma que não se pode criminalizar qualquer cultura estrangeira. Agora você imagine tradições e costumes que realizam pedofilias e poligamias?  Isso é o que vem por aí e pode piorar. O fundo do poço tem degraus e corredores. Tudo vai triplicar, vamos ter problemas de segurança, os serviços públicos do país serão onerados, e todos os imigrantes terão os mesmo direitos de qualquer brasileiro, e isso num país que deseja reformar da previdência para conter gastos, resolver questões de inflação e desemprego. Trágico!

E nós como cristãos e conservadores?

O pensamento cristão e conservador estabelecem fundamentos que repudiam tais leis:

1-Amor a Deus, amor a família (macho e fêmea);
2- Amor a propriedade privada;
3- Amor a pátria.

Não podemos aceitar esta lei passivamente. É preciso denunciar em nossa comunidade, em nossos púlpitos e informar o máximo de pessoas que for possível. Você pode ajudar compartilhando este texto, o que já é uma força. O conceito de soberania nacional está desabando no país e isso não é um programa dos medíocres Orlando Silva e Aloysio Nunes, é um programa globalista que visa uma Nova Ordem Mundial! Sim, a ONU está no fundo disso!

Não estamos desejando o mal dos estrangeiros, queremos receber cada etnia com respeito e carinho. Mas não é possível recebê-los sem critérios e sem segurança.

E quanto aos índios de todas as fronteiras que cercam o Brasil e os que habitam nosso território? Ah, meus queridos, são “totalmente confiáveis”, inocentes e temos uma “dívida histórica” para com eles. Vejam:

E essa matéria feita pelo Jornal Nacional da Globo:

Deus tenha misericórdia dos seus filhos que habitam a caótica República da Banânia!


Por Heuring Felix Motta

Redação Consciência Cristã News
Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

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1 Comentário

  1. Texto muito bom Pr Heuring.
    Todo discurso que questiona nossas leis com respeito à índios, negros, homossexuais, mulheres, crianças, culturas, etc., sempre são postas no balaio do intransigente, repressivo, elitizante.
    Além disso, se apontar um erro na lei, logo aparecem aqueles que querem acusar de generalização. Talvez, o nosso maior problema é não olhar para a história ou não julgar que ela se repete, com atores diferentes, mas repete-se.
    Olhe para a história do Islã, olhe para o norte da África, Europa, Ásia. O Continente Americano é a última fronteira.

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