10 razões porque eu não acredito em pregações de autoajuda

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Em todo o Brasil o que mais vemos são pregadores despreparados assumindo os púlpitos de suas igrejas. Na verdade, ouso afirmar que encontrar um bom pregador cuja teologia seja saudável é quase uma missão hercúlea. Confesso que estou cansado de ouvir pregações vazias, superficiais, materialistas, humanistas e triunfalistas, de gente que contraria totalmente o ensino bíblico.
 Infelizmente o que mais se ouve em nossos púlpitos é “você vai obter vitória”, “Você é um vencedor”, “tome posse da bênção”, “Use a palavra para trazer à existência as coisas que não existem”, “determine, decrete, diga para o irmão que está ao seu lado e bla, blá, blá…”
Para piorar a situação, nossos púlpitos estão repletos de pregadores que abandonaram a exposição das Escrituras em detrimento a técnicas de auto-ajuda. Nessa perspectiva,  tenho sido testemunha de inúmeras pregações cujo foco final é a satisfação humana. Aliás, por acaso você já percebeu que boa parte dos pastores tem dado forte ênfase a técnicas de psicologia e psicanálise em suas homilias? Pois é, a impressão que tenho é que alguns pregadores se tornaram psicólogos, mestres de autoajuda, afagadores do ego.

Diante do exposto gostaria de elencar algumas razões porque não acredito em pregadores e pregações de autoajuda:

1- Pregadores de autoajuda pregam aquilo que o povo quer ouvir e não o que precisa ouvir.

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2- Pregações de autoajuda  tiram Cristo do foco. O foco central de mensagens deste tipo de mensagem é a satisfação humana.

3- Pregações de autoajuda são desprovidas de arrependimento, quebrantamento e centralidade das Escrituras.

4- Pregações de autoajuda não focam na glória de Deus. Para os pregadores  do bem estar, o que importa é a busca pela plenitude de vida, ainda que com isso, Deus tenha que ser transformado em um menino de recados.

5- Pregadores de autoajuda não pregam sobre a volta de Cristo, sobre o Justo Juiz, nem tampouco sobre juízo vindouro, além é claro das doutrinas fundamentais a fé crista.

6- Pregadores de autoajuda são positivistas, muitas vezes semipelagianos, e outras tantas animadores de auditório.

7- Pregadores de autoajuda não fundamentam suas mensagens nas Escrituras e sim naquilo que Freud e outros gurus da psicologia e psicanálise acreditavam ser bom para o homem.

8- Pregadores de autoajuda relativizaram as Escrituras em detrimento as suas percepções ideológicas.

9-Pregações de autoajuda, não pregam “Tota Scriptura” e sim somente aquilo que consideram conveniente.

10- Pregações de Autoajuda contribuem com uma visão distorcida do Eterno, fazendo de Deus um ser apequenado, cujo propósito de existência é satisfazer os caprichos humanos.

Caro leitor, à luz dessas afirmações confesso que sinto-me profundamente entristecido em ver que homens de Deus têm abandonado a suficiência das Escrituras em detrimento aos ensinamentos humanistas. Ora, sem a menor sombra de dúvidas a Bíblia é fonte inesgotável, incomparável, insubstituível, indispensável, inequívoca, indiscutível de sabedoria. As Escrituras Sagradas contém remédio para a psiquê. A Santa Palavra de Deus é o nosso maior e melhor manual de aconselhamento. Como bem disse o salmista: a Palavra de Deus é “perfeita e restaura a alma”; é “fiel e dá sabedoria aos símplices”; é correta e alegra o coração; é pura e “ilumina os olhos”. Seus ensinos são “mais desejáveis do que o ouro, mais do que muito ouro depurado”. Por meio dela, o povo de Deus é advertido, protegido do erro e de angústias, e, “em os guardar, há grande recompensa” (Sl 19.7-11).
 Pense nisso!

Por Renato Vargens
Imagem: Reprodução

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